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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Perspectiva está fazendo realmente uma pesquisa eleitoral por telefone, confira detalhes



É no mínimo uma inovação, mas está registrada no TRE sob o nome AM-00021/2012, e pretende ouvir 2004 eleitores entre os dias 5 e 10 de Setembro. A pesquisa deverá ter uma margem de erro de 2,2%, e os telefones serão sorteados em um banco de dados da própria empresa, que não informou quais os critérios para a elaboração desse banco de dados, que conta com aproximadamente 10 vezes o número de entrevistados, ou seja 20 mil números de telefones entre fixos e celulares.

Também segundo o registro no TRE, a pesquisa será realizada nas seis zonas administrativas da cidade, com a quantidade de entrevistados abaixo: 

ZONA CENTRO-OESTE: 
Alvorada (72 entrevistas)
Bairro da Paz (16 entrevistas)
Dom Pedro (20 entrevistas) 
Planalto (18 entrevistas)
Redenção (40 entrevistas)

ZONA CENTRO-SUL: 
Adrianópolis (10 entrevistas) 
Chapada (12 entrevistas)
Flores (54 entrevistas)
Nossa Senhora das Graças (16 entrevistas)
Parque 10 de Novembro (46 entrevistas)
Aleixo (24 entrevistas)
São Geraldo (08 entrevistas)

ZONA LESTE: 
Armando Mendes (32 entrevistas)
Colônia Antônio Aleixo (18 entrevistas)
Coroado (58 entrevistas)
Jorge Teixeira (130 entrevistas)
Mauazinho (26 entrevistas)
São José Operário (74 entrevistas)
Tancredo Neves (54 entrevistas)
Gilberto Mestrinho (62 entrevistas)
Puraquequara (06 entrevistas)
Zumbi dos Palmares (40 entrevistas)

ZONA NORTE: 
Cidade Nova (138 entrevistas)
Colônia Santo Antônio (20 entrevistas)
Monte das Oliveiras (44 entrevistas)
Novo Israel (18 entrevistas)
Santa Etelvina (30 entrevistas)
Novo Aleixo (108 entrevistas)
Cidade de Deus (78 entrevistas)
Nova Cidade (66 entrevistas)
Lago Azul (08 entrevistas)
Colônia Terra Nova (50 entrevistas)

ZONA OESTE: 
Compensa (84 entrevistas)
Glória (10 entrevistas)
Lírio do Vale (24 entrevistas)
Nova Esperança (20 entrevistas)
Santo Agostinho (18 entrevistas)
Santo Antônio (22 entrevistas)
São Jorge (24 entrevistas)
São Raimundo (18 entrevistas)
Vila da Prata (12 entrevistas)
Tarumã (32 entrevistas)
Tarumã-Açu (14 entrevistas)
Ponta Negra (06 entrevistas)

ZONA SUL: 
Betânia (12 entrevistas) 
Cachoeirinha (18 entrevistas)
Centro (38 entrevistas)
Colônia Oliveira Machado (10 entrevistas)
Crespo (18 entrevistas)
Educandos (18 entrevistas)
Japiim (64 entrevistas)
Morro da Liberdade (14 entrevistas)
Nossa Senhora de Aparecida (08 entrevistas)
Santa Luzia (08 entrevistas)
Petrópolis (48 entrevistas)
Praça 14 de Janeiro (12 entrevistas)
Presidente Vargas (08 entrevistas)
Raiz (16 entrevistas)
São Francisco (18 entrevistas)
São Lázaro (14 entrevistas)

Opinião:


Ainda estou formando opinião sobre a forma de abordagem, já que já sei que a perspectiva não é confiável. Creio que a pesquisa deve ficar mais fácil e mais barata, e inevitavelmente será feita com uma maior quantidade de pessoas, porém, não há dados sobre quais critérios foram utilizados para a elaboração do banco de telefones, e vindo de quem vem, uma empresa que é investigada pela justiça federal por manipulação de dados, a manipulação acaba ficando muito mais fácil.

Mas como pesquisa é só uma previsão, essa será uma previsão um pouco diferente, será que eles usam infinity?


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Tim derruba as ligações de propósito, diz ANATEL

Para Anatel, TIM derruba sinal de propósito

Sílvio Guedes Crespo para o jornal O Estado de São Paulo


A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) escreveu em relatório, citado pela Folha de S.Paulo, que a operadora de telefonia móvel TIM derruba de propósito o sinal de seus clientes. 
Os usuários do plano chamado Infinity pagam por cada ligação, não pelo tempo da chamada, e, por isso, a operadora teria interesse em derrubar o sinal enquanto o cliente fala, obrigando-o o ligar novamente. 
De acordo com a reportagem, a Anatel monitorou as chamadas entre março e maio e notou que, para os clientes do Infinity, a queda de ligações era quatro vezes mais frequente do que para os demais.
Ainda segundo a Folha, a Anatel constatou que a TIM faturou R$ 4,3 milhões ao derrubar no total 8,1 milhões de ligações. 
O caso levou o Ministério Público do Paraná a pedir a proibição de venda de chips da TIM no Estado, o ressarcimento de consumidores do plano Infinity e o pagamento de indenização por dano moral coletivo. 
Ao jornal, a TIM disse que não foi notificada sobre a ação do MP paranaense. Acrescentou que “trabalha constantemente para melhoria e ampliação da rede” e que a rede no Paraná, especificamente, está sendo ampliada e modernizada, com a troca dos sistemas 2G e 3G até setembro, o que tende a aumentar a capacidade em 60%. Por fim, a Folha diz que a companhia questiona o fato de ter sido a única investigada, “embora os usuários de outras operadoras estejam insatisfeitos”. 
A Anatel divulgou nota oficial afirmando que o relatório mencionado “integra procedimento administrativo para averiguar descumprimento de obrigações” e que somente irá deliberar sobre o assunto “após a regular tramitação do processo”, que inclui o “direito ao contraditório e ampla defesa da prestadora”.

Os consumidores esperam realmente que alguma  atitude seja tomada, só é lamentável que o plano, que já existe há anos, só tenha sido investigado agora, causando um prejuízo inestimável ao bolso dos consumidores não só do Paraná mas de todo o Brasil.

Práticas como essa só revelam que todas as operadoras, e não só a TIM, não tem o mínimo interesse na qualidade dos serviços que operam mas sim na quantidade de recursos que arrecadam. Pois é...