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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Salário dos vereadores de Manaus é reajustado em 61%

Do Jornal Acrítica


Vereadores vão encerrar a legislatura aprovando projeto de reajuste de salários que os 41 eleitos este ano passarão a ter direito a partir de janeiro de 2013 (Euzivaldo Queiroz) 
Os 41 vereadores eleitos de Manaus receberão, a partir de janeiro de 2013, salário bruto de R$ 15 mil. O novo valor corresponde a um reajuste de 61,92% considerando o salário atual, de R$ 9.288,05. 
O artigo 29 da Constituição Federal estabelece as diretrizes que determinam o salário do vereador. Conforme o dispositivo constitucional, os parlamentares só podem aprovar o próprio reajuste salarial a cada quatro anos e só terão direito ao novo valor os vereadores da nova legislatura. 
O novo salário dos vereadores está baseado no aumento concedido aos subsídios dos deputados estaduais no dia 16 de dezembro de 2010. Segundo a Constituição Federal, os vereadores podem receber até 75% do salário dos deputados estaduais.

Opinião 


Quais são as justificativas par ao aumento do salário? A sociedade civil precisa se mobilizar para cobrar a justificativa para o aumento tão grande de um salário que já é alto frente às realizações da CMM nos últimos anos, como a aprovaçào da taxa do lixo, a parovação da zona azul, o reajuste do IPTU...

Então quer dizer que os nossos vereadores adoram reduzir os nossos salários, enquanto que o salário deles é aumentado em 62%? Santa incoerência...

terça-feira, 6 de novembro de 2012

União Nacional dos Estudantes concorda com PT em não punir Dirceu

Da versão online do Jornal Estado de São Paulo


O pedido do ex-ministro José Dirceu para que estudantes fossem às ruas defendê-lo, feito um mês antes de o Supremo Tribunal Federal começar a julgar o processo do mensalão, está fora das prioridades da União Nacional dos Estudantes (UNE). "Não está em nossa pauta realizar qualquer manifestação nesse sentido", disse ao Estado o presidente da entidade, Daniel Iliescu, de 28 anos.

Ex-líder estudantil nos anos 1960, Dirceu fez o pedido em julho, no Rio, ao discursar em congresso da União da Juventude Socialista (UJS), da qual Iliescu faz parte. Ligada ao PC do B, a UJS controla a UNE consecutivamente desde os anos 1990. Embora diga que não há nenhum ato de desagravo na agenda, o presidente da UNE afirma que nem o "mais fragoroso opositor de Dirceu" pode negar o papel que o ex-ministro, hoje condenado por corrupção e formação de quadrilha, teve na luta pela redemocratização.

A UNE planeja algum ato em prol do ex-ministro José Dirceu?

Daniel Iliescu - Como entidade, não está em nossa pauta hoje realizar nenhuma manifestação nesse sentido. Mas nem o mais fragoroso opositor de Dirceu pode negar o papel que ele teve na luta democrática, no movimento estudantil contra a ditadura militar. Isso, no entanto, não o exime dos erros que cometeu, assim como não nos exime de reconhecer o papel que ele teve na história. A gente deve conseguir ter a maturidade e a generosidade de atribuir o tamanho do erro de cada pessoa e também dos seus acertos. O Dirceu é uma figura polêmica, uns amam, outros odeiam. A UNE nem ama nem odeia, mas reivindica respeito por sua história. Não interessa à UNE o achincalhamento ou a crucificação de qualquer pessoa no Brasil.

A entidade chegou a ser procurada pelo ex-ministro?

Daniel Iliescu - A UNE nunca foi abordada por Dirceu como entidade, isso não aconteceu. O que Dirceu pediu (no congresso da UJS), na verdade, foi que houvesse algum contraponto na opinião pública e eu acho que esse contraponto está sendo oferecido. A própria UNE, quando problematiza a politização do julgamento do mensalão do STF, oferece, não individualmente ao Dirceu, mas para o debate democrático no Brasil, esse contraponto que o ex-ministro pediu.

Então, institucionalmente, não haverá manifestações em favor de nenhum condenado?

Daniel Iliescu - Até aqui não surgiu nenhuma opinião de um militante ou de um dirigente da UNE que levasse a uma moção de desagravo, por exemplo. O que não impede que, numa próxima reunião da entidade, alguma pessoa proponha algo nesse sentido. Sempre há essa possibilidade, mas esse não é centro das nossas preocupações como entidade.

Como a UNE avalia o julgamento do mensalão pelo STF?

Daniel Iliescu - O fato de o julgamento ter sido um processo casado com o período eleitoral fez com que houvesse politização do julgamento, o que trouxe prejuízos, pois poucas instituições conseguem levar a cabo suas opiniões com 100% de imparcialidade.

Você acredita que a opinião pública influenciou a decisão dos ministros do Supremo?

Daniel Iliescu - Eu diria que houve uma influência, mas não diria do público, que é um conceito muito amplo. Houve influência de atores da sociedade, atores políticos, atores da mídia.

Essa suposta influência faz a UNE questionar a condenação de Dirceu ou de algum outro membro da base aliada?

Daniel Iliescu - Quem tem competência para condenar ou julgar é o STF e a UNE reconhece esse poder e tem a responsabilidade de respeitar as instituições democráticas. Mas é importante que a gente vá a fundo nesse debate, porque a impressão que tenho é que, para muitos, basta que se identifiquem os culpados e decretem uma pena para o problema estar resolvido. O que me preocupa é essa sanha condenatória, pois o fundamental não é condenar, o fundamental é deixar um legado para a sociedade brasileira. O importante é que o Brasil possa ter um saldo desse episódio para que consiga se prevenir de futuros casos como esse ou ainda piores.

E qual seria esse legado?

Daniel Iliescu - O que é mais importante para a UNE é qual o saldo, quais são as contribuições que esse episódio vai trazer para o Brasil. Eu acredito sinceramente que os crimes que foram identificados e que vão ser agora punidos pelo STF, nesse episódio que se convencionou chamar de mensalão, não é exceção no Brasil. Ele é um episódio de uma prática que é recorrente, que é praticada, eu não diria por todos, porque seria leviano da minha parte, mas por uma boa parte dos partidos políticos, tanto de esquerda quanto de direita, tanto do governo ou de oposição. Então é uma prática recorrente que se utiliza para financiar a atividade política, formar maiorias, financiar campanhas.

Qual a sugestão da entidade nesse sentido?

Daniel Iliescu - Para a UNE não basta julgar um político ou um empresário ou um publicitário. A gente reivindica que, neste momento, o País tenha coragem de pautar o debate sobre quais são as condições estruturais ao combate à corrupção. A primeira é a reforma política com foco no financiamento público de campanha, pois entendemos que hoje o poder econômico tem uma influência sobre as campanhas eleitorais muito desmedido.

Você acredita que a vitória de Fernando Haddad em São Paulo foi uma espécie de absolvição do PT nas urnas?

Daniel Iliescu - Não. Eu acho que a maior parte dos cidadãos conseguiu diferenciar a discussão. O cidadão não usou o mensalão para punir o PT, como esperava a oposição, mas também não acredito que o cidadão se conformou com o mensalão e absolveu o PT. O que o eleitor fez foi debater problemas da cidade, programas de governo, e escolher um candidato. Isso significa que o eleitor está mais crítico e menos suscetível a ser manipulado.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Vanessa diz que não foi o que foi, e que foi o que não foi

Inspirado no Blog do Simão Pessoa, alterado por mim mesmo...




A pedido da coligação majoritária da candidata do sistema, a Justiça Eleitoral intimou a Força Sindical do Amazonas a parar de distribuir um panfleto em que mostrava que a senadora Vanessa Grazziotin votou contra o reajuste do salário mínimo para R$ 600.

Acontece, que se você ver o link: http://noticias.r7.com/brasil/noticias/veja-como-votaram-os-senadores-em-relacao-ao-reajuste-do-salario-minimo-20110224.html vai perceber que Vanessa realmente votou contra o reajuste salarial, ou seja, o panfleto é verdadeiro.

Por incrível que pareça, Vanessa, a candidata do ovo que virou cuspe que depois virou armação, jura de pés juntos que foi agredida e é vítima. 

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Vanessa estava distribuindo material de campanha dentro da UFAM


Ontem à tarde (27) a equipe de fiscalização do TRE-AM apreendeu no interior da Universidade Federal do Amazonas - UFAM, material de campanha da candidata do PC do B à prefeitura de Manaus Vanessa Grazziotin. O material estava sendo distribuído livremente no interior do campus, a candidata além de ter seu material apreendido pode receber multa.

Vale lembrar que distribuir propaganda político - partidária em órgãos públicos é crime, assim como também é crime fazer campanha com carro de som a menos de 200 metros de hospitais, escolas e repartições públicas, esse tipo de campanha só atrapalha e suja a imagem da política e dos candidatos.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Vanessa faz proposta contra a Lei


Do Portal do Holanda
O "bico legal", anunciado ontem pela candidata Vanessa Grazziotin, no horário eleitoral, e que visa dar uma "mãozinha"aos policiais militares, que poderão vender suas horas de folga para o município  é uma invenção do tucano José Serra, quando prefeito de São Paulo. A medida foi colocada em prática pela primeira vez em 2009 para reforçar o policiamento da rua 25 de Março, o centro de comércio popular paulistano.
O "bico legal"' ajudou a melhorar o policiamento nas ruas, mas contribuiu para o aumento do estresse dos pms, que se tornaram mais violentos. Afinal, a folga é para descansar, recompor energia.
A medida é flagrantemente inconstitucional. Uma olhada no artigo 142 da Constituição Federal, inciso III, seria o bastante, senão para desistir da ideia , refletir melhor sobre ela. Veja o que diz: "O militar da ativa que, de acordo com a lei, tomar posse em cargo, emprego ou função pública civil temporária, não eletiva, ainda que da administração indireta, ficará agregado ao respectivo quadro e somente poderá, enquanto permanecer nessa situação, ser promovido por antiguidade, contando-se-lhe o tempo de serviço apenas para aquela promoção e transferência para a reserva, sendo depois de dois anos de afastamento, contínuos ou não, transferido para a reserva, nos termos da lei..."
Além de criar um problema para a carreira do militar, o "bico legal" constrange o governo estadual, porque se efetivado, será a admissão pública de que paga mal ou não paga o que deveria aos servidores militares.

O pior de tudo não é a falta de estudo para propor, ou a cara de pau de propor algo sabidamente inconstitucional, mas o vexame que ela causa aos seus próprios aliados em estar colando uma proposta do principal adversário de Lula e Dilma, e admitindo que Omar é ineficaz em conceder bons salários para os Policiais Militares.

Da mesma forma como as "100 creches", tão medonha quanto, esta proposta assusta, pelo tamanho da presunção em acreditar que ela será aceita como verdadeira e viável. 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O último mensaleiro: Lula, Marcos Valério e as fitas


Do Blog do Noblat

Dá-se a prudência como característica marcante dos mineiros.

Teria a ver, segundo os estudiosos, com a paisagem das cidadezinhas de horizonte limitado, os depósitos de ouro e de pedras preciosas explorados no passado até se esgotarem, e a cultura do segredo e da desconfiança daí decorrente.

Não foi a imprudência que afundou a vida de Marcos Valério. Foi Roberto Jefferson mesmo ao detonar o mensalão.

Uma vez convencido de que o futuro escapara definivamente ao seu controle, Valério cuidou de evitar que ele se tornasse trágico.

Pensou no risco de ser morto. Não foi morto outro arrecadador de recursos para o PT, o ex-prefeito Celso Daniel, de Santo André?

Pensou na situação de desamparo em que ficariam a mulher e dois filhos caso fosse obrigado a passar uma larga temporada na cadeia. E aí teve uma ideia.

Ainda no segundo semestre de 2005, quando Lula até então insistia com a lorota de que mensalão era Caixa 2, Valério contratou um experiente profissional de televisão para gravar um vídeo.

Poderia, ele mesmo, ter produzido um vídeo caseiro. De princípio, o que importava era o conteúdo. Mas não quis nada amador.

Os publicitários de primeira linha detestam improvisar. Valério pagou caro pelo vídeo do qual fez quatro cópias, e apenas quatro.

Guardou três em cofres de bancos. A quarta mandou para uma das estrelas do esquema do mensalão, réu do processo agora julgado pelo Supremo Tribunal Federal.

Renilda, a mulher dele, sabe o que fazer com as três cópias. Se Valério for encontrado morto em circunstâncias suspeitas ou se ele desaparecer sem dar notícias durante 24 horas, Renilda sacará dos bancos as três cópias do vídeo e as remeterá aos jornais O Estado de São Paulo, Folha de S. Paulo e O Globo.

(Sorry, VEJA!)

O que Valério conta no vídeo seria capaz de derrubar o governo Lula se ele ainda existisse, atesta um amigo íntimo do dono da quarta cópia.

Na ausência de governo a ser deposto, o vídeo destruiria reputações aclamadas e jogaria uma tonelada de lama na imagem da Era Lula. Lama que petrifica rapidinho.

A fina astúcia de Valério está no fato de ele ter encaminhado uma cópia do vídeo para quem mais se interessaria por seu conteúdo. Assim ficou provado que não blefava.

Daí para frente, sempre que precisou de ajuda ou consolo, foi socorrido por um emissário do PT. Na edição mais recente da VEJA, Valério identifica o emissário: Paulo Okamotto.

Uma espécie de tesoureiro informal da família Lula da Silva, Okamotto é ligado ao ex-presidente há mais de 30 anos.

No fim de 2005, um senador do PT foi recebido por Lula em seu gabinete no Palácio do Planalto. Estivera com Valério antes. E Valério, endividado, queria dinheiro. Ameaçava espalhar o que sabia.

Lula observou em silêncio a paisagem recortada por uma das paredes envidraçadas do seu gabinete. Depois perguntou: "Você falou sobre isso com Okamotto?"

O senador respondeu que não. E Lula mais não disse e nem lhe foi perguntado. Acionado, Okamotto cumpriu com o seu dever. Pulou-se outra fogueira. Foram muitas as fogueiras.
Uma delas foi particularmente dramática.

Preso duas vezes, Valério sofreu certo tipo de violência física que o fez confidenciar a amigos que nunca, nunca mais voltará à prisão. Prefere a morte.

Valério acreditou que o prestígio de Lula seria suficiente para postergar ao máximo o julgamento do processo do mensalão, garantindo com isso a prescrição de alguns crimes denunciados pela Procuradoria Geral da República.

Uma eventual condenação dele seria mais do que plausível. Mas cadeia? E por muito tempo?
Impensável!

Pois bem: o impensável está se materializando. E Valério está no limiar do desespero.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A culpa é dos banhistas

De Manoel Ribeiro:


"As pessoas devem cuidar da própria vida. O que não pode é encher cara e tomar banho na praia. Não pode encher a cara de cachaça ou de droga e tomar banho na Ponta Negra de noite, porque ele perde o equilíbrio e a noção da profundidade da praia e acaba ocorrendo o que está ocorrendo".

A declaração foi dada agora a pouco para o Jornal do Amazonas, da TV Amazonas.

Vale lembrar que nem todos os 9 mortos até agora na praia da Ponta Negra estavam bêbados, e a Ponta Negra se tornou uma armadilha de 29 milhões... Ao aterrar a Ponta Negra na cheia, a prefeitura assumiu o risco das mortes, e deve sim indenizar as vítimas de afogamentos, e não empurrar a culpa para o povo como se todos os que morreram fossem bêbados e irresponsáveis. Vergonha... 

sábado, 1 de setembro de 2012

Vereador Wilker Barreto impõe ditadura na internet


#AVISO IMPORTANTE – A QUEM POSSA INTERESSAR#

Estive meio sumido estes dias pois meu computador sofreu um ataque coordenado e remoto que destruiu todo o meu HD, perdi absolutamente tudo, e devem ter feito um back-up de minhas informações pessoais também, o que me deixa extremamente preocupado com o sigilo de minha identidade e com o comprometimento da segurança de toda minha família.

Não quis comunicar antes pois queria a certeza do ocorrido e acabei de ficar sabendo agora que não foi algo casual, estou com uma amigo pessoal que está me ajudando a reforçar minha segurança digital.

Estarei sem pc estes dias, preciso juntar uma grana pra comprar um Mac. Esta brincadeira tá ficando cara e perigosa amigos.
Conto com a compreenção de todos vocês.
O texto acima é o resultado de uma ação orquestrada por correligionários do vereador Wilker Barreto, contra uma famosa página do Facebook Baré... O vereador está mobilizando assessores para derrubar e invadir as páginas que publicam conteúdo contrário à candidatura dele, numa medida ridícula de tentar esconder a verdade, que Wilker é um vereador de valor comprado, que seu patrimônio evolui 600% em 4 anos, que ele votou a favor da taxa do lixo, do reajuste do IPTU, da Zona Azul, do aumento da passagem do transporte coletivo, e que é contra a lei da ficha limpa, além do fato da empresa de seu irmão ter recebido 41 milhões de dinheiro público mesmo sendo alvo de 3 inquéritos no Ministério Público Federal... isso é que é fuleragem:

11 MOTIVOS PARA DIZER NÃO À ESTE SENHOR!


Wilker Barreto
[x] É contra a Liberdade de Expressão.
[x] Reclamou do baixo salário de Vereador.
[x] Teve uma evolução patrimonial de R$ 644 mil em quatro anos.
[x] A ONG do seu irmão (investigada em três inquéritos do MPF) recebeu R$ 41 milhões de DINHEIRO PÚBLICO, deste valor R$ 15 milhões não foram aprovados pelo TCU.

||VOTOU FAVORAVELMENTE:||
[x] Aumento do IPTU
[x] Taxa de Lixo
[x] Aumento da Passagem de Ônibus.
[x] Criação da Zona Azul (Taxa de estacionamento)
[x] Redução da meia-passagem.
[x] Fim da “domingueira”.
[x] Efetivação de 6 mil servidores temporários, sem concurso, que permanecerão como funcionários públicos até se aposentarem.

sábado, 25 de agosto de 2012

Arthur entrará com ação para tirar programa de Eduardo Braga do ar

Do Blog da Floresta




O candidato a prefeito Artur Neto anunciou hoje que vai ingressar com ação junto ao TRE para retirar do ar o programa Fala Governador que vem sendo apresentado todos os sábados pelo senador Eduardo Braga. "Esse programa de rádio é um acinte. Na verdade, não é programa de rádio. É apenas um palanque disfarçado que pede voto descaradamente um de meus adversários", disparou Artur.

Infelizmente essa é uma prática ainda muito comum no Amazonas, programas que mesmo em época eleitoral fazem campanhas descaradas para certos candidatos, não é exclusividade do programa de Eduardo Braga, mas outros programas sensacionalistas locais também usam da mesma prática.

Além destes, ainda temos os jornais que também tendenciam para um lado ou para outro, como o "Em Tempo" que se dobra para Vanessa, enfim, é uma prática errada, que deve parar, cabem ações, e ainda mais ridículo são "pastores" que usam o púlpito para a mesma função que senador usa o programa de rádio.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Governo Federal decide pisar na educação brasileira

Do G1


O governo decidiu dar um ponto final nas negociações com os servidores federais em greve. As categorias que não aceitarem a proposta de 15,8% em três anos poderão ficar sem reajuste.
Em rodadas de negociação, o governo já ouviu todas as categorias e deixou claro o limite orçamentário. Considera que não há mais o que negociar.
Avaliação feita de forma reservada no núcleo do Palácio do Planalto é de que foi celebrado um “bom acordo” com cerca de 40% dos grevistas, a maioria de universidades e escolas técnicas, áreas consideradas prioritárias.
O governo tem prazo até dia 31 para enviar ao Congresso a proposta orçamentária de 2013.
Por isso, este final de semana é dado como o prazo definitivo para que as assembleias aprovem a proposta oficial e deem uma resposta na segunda-feira.

Opinião


Não, não dá, assim o Brasil pára, a educação não está ruim, está MUITO ruim, e seguindo o ritmo que segue não vai melhorar, não tem como, com um orçamento ridiculamente pequeno e ainda por cima diminuindo o salário dos professores como se propõe.

Eu não tenho palavras para descrever a sensação de tristeza que me invade, tristeza em saber que o governo acaba de dizer que simplesmente não tem espaço para educação pública no Brasil, que não adianta negociar, que o governo simplesmente abriu mão dar conhecimento para as pessoas: - Não, aqui ninguém aprende nada, aqui só temos espaço para quem nos dá lucros imediatos, o espaço da educação é pequeno, mas beeeeeeeeeeeeem pequeno, e quem não quiser aceitar que se mude, que vá fazer outra coisa, ser professor aqui é para quem gosta, o dinheiro é só pra gente! Você é grevista? Isso não pode! Você é empresário? Porque não falou antes? Entre e se acomode, quer um café? Quer um chá? Preservativo de uva ou de menta?

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Partido de Amazonino apoiará Arthur

Do Blog da floresta


O PDT, sem Amazonino Mendes, decidiu marchar eleitoralmente com a chapa Artur Neto/Hissa Abrahão, em  encontro dos militantes do partido à noite de ontem e no qual compareceram também dirigentes e os vereadores Dr. Denis e Wilton Lira. O vice de Artur, vereador Hissa Abrahão, esteve presente e disse que o apoio do PDT, mesmo que não acrescente tempo à TV, será muito importante porque é mais um partido que se incorproa à campanha.


A reportagem acima só esqueceu de mencionar que o presidente de honra (?) do PDT Amazonas é Amazonino.

domingo, 19 de agosto de 2012

PC do B e PT estão incomodados com propaganda de Arthur que chama Omar de "amigo", sem razão.

Do portal do holanda: 


A referência que o material de propaganda do candidato Artur Neto (PSDB) faz ao governador Omar Aziz foi encarada pelos comunistas e petistas como uma provocação. No impresso em que apresenta suas propostas para a cidade de Manaus, o texto destaca que Artur é amigo do governador. Os impressos foram distribuídos ontem durante encontro dos jovens tucanos. Artur tem lembrado a Canção da América, de Milton Nascimento, cujo verso principal exalta a amizade e ressalta que "Amigo é coisa para se guardar ...".

Não só é verdade que Omar e Arthur são amigos, como nas eleições passadas, em muitos municípios arthur caminhou com Omar, sem falar que foi Arthur Virgílio que livrou Omar Aziz da CPI da pedofilia, onde a condenação de Omar era quase certa, e Arthur o defendeu de forma ferrenha. 

sábado, 18 de agosto de 2012

Mensaleiro, eu? mas eu só fiz caixa 2!

Sou bandido com muito orgulho, de Clóvis Rossi para o jornal Folha de S. Paulo



Mesmo tendo perdido a inocência faz um século ou mais, não consigo conter meu espanto com o fato de que "bandidos" se orgulhem publicamente de sua delinquência, ainda por cima no plenário da que era antanho chamada de "augusta corte". 
Explico: a moda do caso mensalão é os advogados confessarem que seus clientes praticaram o disseminado esporte do caixa 2. Dinheiro "ilícito", chegou a dizer um deles. 
Meu espanto não vem precisamente desse fato, porque não é novidade. O grande e indiscutido líder do partido que maior número de réus forneceu ao caso (24 dos 37), Luiz Inácio Lula da Silva, já havia dito, logo que o escândalo estourou, que seu partido fizera o que todo o mundo fazia, o tal caixa 2. 
O que me espanta é a banalização desse crime. Não é trivial, ao contrário do que pretendem fazer crer os réus e seus advogados. Caixa 2 "é coisa de bandido", já decretou, faz tempo, o "deus" dos advogados, Márcio Thomaz Bastos, quando usava a veste de chefe da Polícia Federal, como ministro da Justiça, e não a toga com a qual se apresenta no STF, agora como advogado defensor de um dos envolvidos no caso dos "bandidos". 
Caixa 2, além de coisa de bandidos, implica necessariamente sonegação fiscal. Sonegação fiscal é crime grave em qualquer circunstância, mas muito mais ainda quando praticada por funcionários públicos, como o são ou foram os réus, na sua grande maioria. 
Se o Brasil fosse sério, seria ridículo debater se houve ou não uso de dinheiro público no caso. Houve -- e confessado. Quando funcionários públicos praticam sonegação, estão desviando dinheiro público que poderia ser usado para um hospital, uma escola, uma ponte, o diabo, em vez de adubar contas particulares. 
Da mesma forma, seria ridículo, se o Brasil fosse sério, discutir se houve ou não um mensalão. Afinal, está confessada por alguns dos réus a compra de parlamentares. Se em suaves prestações mensais ou não, a forma é o que menos importa. Importa a compra, igualmente confessada. Os acusados alegam é que o dinheiro não foi para comprar votos, mas para pagar dívidas de campanha. Não importa o destino final do dinheiro, até porque ele não vem carimbado com uma fitinha dizendo "este suborno destina-se exclusivamente a pagar dívidas de campanha". 
A confissão acaba sendo pior do que a acusação: comprou-se não um dado voto, mas o parlamentar inteiro, o que é infinitamente mais grave. 
Repito: não se trata de denúncia da oposição, do procurador-geral da República, da mídia dita "golpista", mas de afirmações de ilustres membros do esquemão. 
Confessam orgulhosamente a pratica de bandidagem, para usar a palavra do mais ilustre dos advogados envolvidos no caso, na expectativa de, ao confessarem um crime supostamente menor e supostamente prescrito, se livrarem de penas maiores. 
Ou, posto de outra forma: aceitam ser chamados de "bandidos", mas não querem ser "quadrilheiros". 
Vê-se que, no Brasil, Al Capone não iria preso porque o único crime pelo qual foi apanhado --sonegação fiscal-- por aqui não dá cadeia, dá orgulho.

Opinião


Não é só tão somente ridículo o fato de os mensaleiros, admitindo o roubo, dizerem que são inocentes (Oh, eu fiz caixa 2 mas sou inocente) como o fato da sociedade ignorar sumariamente o fato de este partido ainda permanecer no governo mesmo depois de estar amplamente envolvido no esquema e ainda mais, envolvido na tentativa de esfriar o julgamento ou abafá-lo. 

Que o Brasil é o país da impunidade nós já sabemos, mas some-se a isso a inércia popular e você pode ter qualquer ditadura, mesmo uma não declarada. 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Cidade Universitária: Governo contrata sem licitação empresa investigada na operação Sol Dourado

Já publiquei aqui recentemente minha opinião sobre este projeto ridículo chamado "Cidade Universitária" que está mais para "roubo pós-graduado", pois bem, como se não bastasse um projeto ridículo, que constrói prédios belíssimos em áreas nobres da cidade para depois dá-los a empresários, a empresa contratada para fazer estudos preliminares sobre o impacto ambiental no terreno é a mesma que já foi flagrada fazendo notas frias (desvio de dinheiro público) em contratos com a UEA. Reproduzo abaixo a matéria do Jornal Acrítica de hoje:

Operação Sol Dourado investigou as empresas Jobast e Muraki,
que continuam a prestar serviços para o governo.
O governo do Estado contratou, por mais de R$ 2,5 milhões, sem licitação, a Fundação de Apoio Institucional Muraki, para a elaboração do EIA/RIMA (estudo de impacto ambiental) para a instalação da Cidade Universitária em Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus).

Conforme dados disponibilizados no site do Sistema Integrado de Controle e Gestão de Obras Públicas (Sicop), do governo do Amazonas, o contrato foi celebrado em 15 de março, a partir da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), com vigência de oito meses e, embora conste como um procedimento em andamento, não está entre as informações disponíveis a estimativa para a entrega do estudo. 
No mesmo site é possível acessar aos dados de outro contrato, celebrado no mesmo período e com vigência similar, para a elaboração do Plano Diretor Urbano e o Projeto Básico Avançado de Infraestrutura. A execução ficará por conta da Toledo Construtora e Projetos Ltda., a qual receberá R$ 9,4 milhões pelo trabalho. 
A Cidade Universitária será construída em uma área de 13 milhões de metros quadrados e terá o investimento inicial de R$ 300 milhões, beneficiando dois mil acadêmicos. O empreendimento ficará localizado às margens do rio Negro, no município de Iranduba, o qual integra a Região Metropolitana de Manaus (RMM). A previsão de entrega da obra é até junho de 2014.

A equipe de acrítica.com entrou em contato com um representante da Agecom, o qual informou que se pronunciará amanhã a respeito. A reportagem também tentou obter maiores informações sobre os valores e contratos, contudo, há dois dias o portal da Transparência do governo do Estado está fora do ar, impossibilitando pesquisas. 
Muraki e Jobast 
A empresa é investigada pela Polícia Federal (PF) por suspeita de envolvimento em um esquema de desvio de recursos públicos a partir de contratos publicitários firmados entre a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e as empresas Jobast Produções Cinematográficas e Sistema de Comunicação Sol. 
Em março deste ano, a PF deflagrou a operação Sol Dourado, a partir da qual apreendeu 18 notas fiscais que podem ser “frias” na sede da Jobast, empresa que recebeu, só em 2011, R$ 11,4 milhões do estado em contratos celebrados com a Agência de Comunicação do Governo (Agecom). 
A ação foi realizada simultaneamente em Manaus e em Brasília (DF). À época, o delegado federal Domingos Sávio Pinzon Rodrigues informou que as notas podem ter sido usadas para “esquentar a contabilidade” da empresa Jobast Produções Cinematográficas, que tem como principal cliente o Governo do Estado do Amazonas. 
Ele explicou que várias notas fiscais referentes a serviços que deveriam ser prestados pela Jobast à UEA, com valor, em média, de R$ 500 mil, foram emitidas em nome da empresa Sistema de Comunicação Sol, a qual, segundo suspeita da PF, funciona só de fachada. 
O delegado também informou que a Jobast, por meio da Fundação Muraki, é detentora de contratos para a prestação de serviço especializado de tecnologia educacional direcionados aos projetos Proformar e Aprovar da UEA. Os dois contratos somam a quantia de R$ 15 milhões.


Propaganda irregular de José Serra em carro da prefeitura.


Dizer que se fosse paulista votaria Soninha pra prefeita é uma coisa, mas eu tenho que provr pra vocês o porquê eu não votaria em Serra.

Além de ser um modelo completamente esgota de governo para São Paulo, cada vez mais prova que não merece governar a capital paulista ou de nenhuma cidade do Brasil... é isso.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Nem a Cruz vermelha escapa da corrupção no Brasil

Publicado na revista VEJA

S.O.S. CRUZ VERMELHA 
No mundo inteiro há mais de um século, a Cruz Vermelha ajuda as vítimas de catástrofes e guerras civis, mas no Brasil, minada por suspeitas de corrupção e desvio de dinheiro na cúpula, é ela que pede socorro

Toda vez que uma catástrofe abala o planeta – seja a Síria conflagrada, seja o Japão devastado por um tsunami, seja a região serrana do Rio de Janeiro arrasada por chuvas e deslizamentos -, a Cruz Vermelha se faz presente, prestando serviços sustentados por doações vindas de todo o mundo. 
Com eficiência e credibilidade, a organização fundada em 1863 pelo suíço Jean Henri Dunant (ganhador da primeira edição do Prêmio Nobel da Paz, em 1901) e sediada em Genebra, na Suíça, estabeleceu na prática os direitos e deveres humanos depois consolidados na Convenção de Genebra, firmou sólida reputação de neutralidade e, assentada em firme alicerce de respeitabilidade, tornou-se uma máquina eficiente de arrecadação de doações e recrutamento de voluntários – inclusive no Brasil, onde completa 100 anos de atividade justamente em 2012.
Um aniversário, infelizmente, tisnado por um triste revés. O Ministério Público começa a revirar um lamaçal que aponta para o desvio de um montante de dinheiro de doações à Cruz Vermelha. O valor, ainda não totalmente conhecido, conta-se na casa dos milhões. 
Nas últimas quatro semanas, VEJA entrevistou conselheiros, funcionários, colaboradores e doadores da Cruz Vermelha, analisou mais de 1 000 documentos, e a conclusão do trabalho é que os recursos doados à entidade no Brasil não foram aplicados como pensam os incautos beneméritos. 
No ano passado, a Cruz Vermelha Brasileira organizou três grandes campanhas nacionais de arrecadação – uma para as vítimas dos deslizamentos na região serrana fluminense, que deixaram 35 000 desabrigados; outra para a Somália, país africano faminto e devastado por guerras civis; e mais uma para a tragédia do terremoto seguido de tsunami no norte do Japão.
Os recursos arrecadados nessas campanhas, com toda a certeza, não foram aplicados em nenhum daqueles locais. Nem um único centavo chegou a quem precisava. Nos três casos, as doações foram encaminhadas para contas bancárias da entidade no Banco do Brasil em São Luís, no Maranhão. 
Por que no Maranhão? Não se sabe, mas se suspeita: 1) porque o presidente nacional da Cruz Vermelha, Walmir Moreira Serra Júnior, mora lá; e 2) porque justamente sua irmã, Carmen Serra, é quem comanda a filial da Cruz Vermelha maranhense. Sob os argumentos mais diversos, os irmãos Serra passaram a manter as contas sob sigilo, e nem o alto escalão da entidade tem informações sobre o montante depositado ou sobre as movimentações.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Fez caixa 2? Fez, é crime? É, Mas ele não corrompeu ninguém...

De admnistradores.com


Começaram nesta segunda-feira (6) pela manhã as defesas dos réus do mensalão e o advogado do ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, reafirmou a estratégia que já havia sido divulgada anteriormente. Conforme declarou em entrevistas há algumas semanas, a defesa confirmou que Delúbio operou um esquema de caixa 2 para o partido, tentando desviar assim o foco da acusação de corrupção ativa, pela participação no pagamento de propina a parlamentares.

"Delúbio não se furta a responder ao que é responsável. Ele operou caixa dois? Operou. É ilícito? É? Ele não nega. Mas ele não corrompeu ninguém", disse Arnaldo Malheiros Filho em sua sustentação no Supremo Tribunal Federal.

"O PT não podia fazer transferência bancária porque o dinheiro era ilícito mesmo", complementou Arnaldo.

 Opinião


Tem um cronista famoso que diz que o Brasil é o país da piada pronta, bem, com esta enorme piada acima o que tenho eu a dizer? Sempre me disseram que eu não tenho graça, e isso é ótimo, até porque eu creio que o mundo da política já tem palhaços demais...

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Tim derruba as ligações de propósito, diz ANATEL

Para Anatel, TIM derruba sinal de propósito

Sílvio Guedes Crespo para o jornal O Estado de São Paulo


A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) escreveu em relatório, citado pela Folha de S.Paulo, que a operadora de telefonia móvel TIM derruba de propósito o sinal de seus clientes. 
Os usuários do plano chamado Infinity pagam por cada ligação, não pelo tempo da chamada, e, por isso, a operadora teria interesse em derrubar o sinal enquanto o cliente fala, obrigando-o o ligar novamente. 
De acordo com a reportagem, a Anatel monitorou as chamadas entre março e maio e notou que, para os clientes do Infinity, a queda de ligações era quatro vezes mais frequente do que para os demais.
Ainda segundo a Folha, a Anatel constatou que a TIM faturou R$ 4,3 milhões ao derrubar no total 8,1 milhões de ligações. 
O caso levou o Ministério Público do Paraná a pedir a proibição de venda de chips da TIM no Estado, o ressarcimento de consumidores do plano Infinity e o pagamento de indenização por dano moral coletivo. 
Ao jornal, a TIM disse que não foi notificada sobre a ação do MP paranaense. Acrescentou que “trabalha constantemente para melhoria e ampliação da rede” e que a rede no Paraná, especificamente, está sendo ampliada e modernizada, com a troca dos sistemas 2G e 3G até setembro, o que tende a aumentar a capacidade em 60%. Por fim, a Folha diz que a companhia questiona o fato de ter sido a única investigada, “embora os usuários de outras operadoras estejam insatisfeitos”. 
A Anatel divulgou nota oficial afirmando que o relatório mencionado “integra procedimento administrativo para averiguar descumprimento de obrigações” e que somente irá deliberar sobre o assunto “após a regular tramitação do processo”, que inclui o “direito ao contraditório e ampla defesa da prestadora”.

Os consumidores esperam realmente que alguma  atitude seja tomada, só é lamentável que o plano, que já existe há anos, só tenha sido investigado agora, causando um prejuízo inestimável ao bolso dos consumidores não só do Paraná mas de todo o Brasil.

Práticas como essa só revelam que todas as operadoras, e não só a TIM, não tem o mínimo interesse na qualidade dos serviços que operam mas sim na quantidade de recursos que arrecadam. Pois é...

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

"Cidade universitária" será um grande "golpe"

Vista Geral do projeto da cidade universitária

 

Acima, legenda com as áreas da cidade, note que a universidade propriamente dita ocupa menos de 50% da área total do empreendimento (1, 2, 3, 4, 20 e 27), enquanto que a "área nobre", a orla e as áreas principais serão voltadas para o setor de hotelaria, comércio e serviços, além de condomínios residenciais. note que as áreas 6, 7, 8, 9, 21, 22 e 24, que ocupam as áreas mais nobres e de acesso fácil serão utilizadas para concessões, um investimento público valioso que a longo prazo beneficiará o setor privado com um valor ainda maior do que o investido, e tudo isso com dinheiro público, um negócio da China. 

Abaixo, parte da área que será construída e vendida.


 Acima, circulada pela linha vermelha a área da orla que será explorada por condomínios e hotéis.