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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Uma pausa estratégica

Olha o megafone de volta!


Pois é, depois de 8 meses sem postagens estamos nós mais um vez aqui... A primeira pergunta é: Por quê parei?

Para definir propósitos: Tudo em nossas vidas acontece por algum propósito e para algum propósito, e nesse tudo está incluído o escrever. Quando qualquer pessoa, em qualquer lugar, escreve qualquer coisa, existe mais do que o simples interesse de colocar no papel, ou na tela, meras palavras soltas. Um por quê sempre acha resposta no sentido pelo qual uma pessoa escreve, e essa resposta pode ser variada, sentimentos, necessidade de influenciar, desejo de desabafar, confessar erros, amores, desejos, mágoas, ensinar alguém, conquistar alguém, assustar alguém... 

Enfim, o fato é que há um propósito em se escrever, e em todo esse tempo escrevendo, ao longo de semanas a fio, perdendo horas acordado procurando um bom conteúdo, sendo até ameaçado e perseguido, eu comecei a me questionar sobre o propósito pelo qual eu escrevia, e cheguei a uma resposta um tanto quanto assustadora, simplesmente não havia o porquê!

Influência? Poder? Desabafo? Nada fazia sentido, e como tudo estivesse fora de ordem, eu fui atrás da fonte, do fabricante, daquele que fez tudo, e que fez tudo com propósito.

Nesse meio tempo muitas coisas aconteceram, e fui levado a experiências que jamais havia sonhado em ter. Fui carinhosamente abraçado pelo amor do Pai, que através do Espírito Santo inundou a minha vida e chocou minha história, de um modo que já tem áreas da minha vida que nem eu mesmo me reconheço.

Hoje posso dizer que estou em um processo de transformação, sendo que nesse meio tempo Deus me deu um presente maravilhoso: Um propósito! 

Feito isso, eu avidamente comecei a tentar desempenhar esse propósito, minha vida pela primeira vez faz sentido, eu já não tenho mais tempo a perder, tenho uma missão, e irei cumpri-la.


A segunda pergunta é: por quê voltar a escrever?

Para minha surpresa, dentro deste novo propósito, Deus tem me ensinado que tudo o que eu passei não foi em vão, muito pelo contrário, foram coisas usadas para me forjar dentro do propósito d'Ele para a minha vida. Quando eu abri mão da minha faculdade de jornalismo e disse: "Pai, o que tu queres que eu faça?", Ele me surpreendeu mais uma vez, e eu fui direcionado para a faculdade que eu tinha aberto mão: o jornalismo. 

Após meses de oração ao lado de minha grande amiga Rosineide Chagas, comecei há menos de um mês o curso de Comunicação Social - Jornalismo na UFAM - Universidade Federal do Amazonas, onde estudo pela manhã e à tarde.

É nesse contexto, de início de faculdade, que o Megafone Manaus volta, em um momento de transformação, minha e do mundo. O blog será usado por mim para um sentido um pouco diferente do que era usado antes.

Vocês verão por aqui matérias de assuntos acadêmico e cristãos, com uma pitada de política e outros assuntos, bem diferente do que era antes, um blog extremamente político e crítico.

Espero que vocês se interessem, curtam as alterações no layout, e tenham paciência nessas primeiras semanas enquanto as postagens não serão muito regulares, por enquanto é só.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Omar chama próprios secretários de vaidosos e preguiçosos em público.

Martha Bernardo, do d24am.com



Manaus - O governador Omar Aziz cobrou, na quarta-feira (8), mais eficiência dos secretários de Estado nomeados por ele. De acordo com o governador, o maior problema da administração pública é a burocracia existente e praticada pelos gestores públicos. A declaração foi feita durante aula inaugural, ministrada por ele, no curso de especialização em Gestão Pública, oferecido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) aos seus servidores.

Na plateia, durante o discurso, estavam secretários como Eron Bezerra (Produção Rural), Graça Prola (Assistência Social), Odenildo Sena (Ciência e Tecnologia), Lúcia Carla Gama (Comunicação), Isper Abrahim (Fazenda) e Nádia Ferreira (Meio Ambiente e Sustentabilidade).

Ao falar sobre como os servidores podem melhorar o serviço prestado pelos órgãos públicos à população, o governador deu como exemplo a não ser seguido a maneira como os seus secretários trabalham. “Muitos deles (secretários) têm uma vaidade acima da média. Eles não conseguem ligar para outro secretário e resolver o problema. Eles precisam enviar um ofício e aguardar algo que poderia ser resolvido rapidamente”, afirmou.

De acordo com Omar, em muitas situações, ele pensa que determinado assunto está resolvido, mas depois de algum tempo, acaba descobrindo que a questão ainda não foi solucionada por conta da burocracia das secretarias.

“Eu às vezes pergunto: E aí, está tudo resolvido? E o secretário me diz que está esperando a resposta de um ofício há 15 dias. Não custa nada pegar o carro e ir conversar com o outro secretário, mas eles não fazem, não conseguem fazer”.

Ele disse, ainda, que normalmente os secretários nunca informam que as suas secretarias passam por problemas, mas estão sempre cobrando mais recursos. Mesmo criticando a atuação de seu secretariado, o governador afirmou que não é fácil encontrar pessoas capacitadas para assumir esse tipo de função, já que a remuneração não é alta e as responsabilidades são grandes.

O governador destacou, também, que outro grande problema do serviço público é a formação de pessoal qualificado, principalmente para ocupar vagas no interior do Amazonas. Segundo ele, nem mesmo os profissionais formados no Amazonas têm interesse em trabalhar no interior quando concluem a graduação.

Omar deu como exemplo a situação dos médicos, que se formam pelas universidades públicas e que não querem trabalhar em outros municípios do Estado. “Não adianta construir um hospital com 40 leitos se não há médicos para trabalhar”. Segundo ele, essa situação deve mudar com a construção da cidade universitária, que vai formar pessoas do interior para que elas retornem às cidades de origem.

Opinião


Ao contrário de muita gente que leu essa matéria eu não vou dizer aqui que Omar está certo, ou errado, até porque como chefe ele tem o direito de criticar a sua equipe e cobrar mudanças, mas não em público, expondo os secretários ao ridículo e nem muito menos nos termos que usou.

Como chefe do executivo, Omar têm a obrigação de cobrar os secretários que ele mesmo indicou, ou que por algum outro motivo ocupam as secretarias, mas vale lembrar que se um chefe constrange um funcionário em público, ele pode ser acionado legalmente por essa atitude, porque seria diferente com o Governador e os secretários?

Porém, se já houve um chamamento e uma cobrança em off, e isso não resolveu o assunto, o melhor que se tem a fazer é chamar alguém com interesse em trabalhar, o chefe do executivo tem o direito de escolher sua equipe, não de expor seus secretários ao constrangimento, enfraquecendo sua equipe e sua imagem de líderança.


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Serafim manda recado para adversários.

Foi postada no blog pessoal do candidato (blogdosarafa.com.br), devido a boatos de que o seu vice, Marcelo Ramos, estaria se aproveitando da inauguração do projeto Ronda dos Bairros, na zona leste, para ganhar votos:


O fato do deputado Marcelo Ramos, meu candidato à vice, ter passado no evento do Programa “RONDA NOS BAIRROS” deu à alguns dos nossos adversários a falsa impressão de que poderiam impugná-lo e só assim ganhar as eleições.
Tranquilizo os nossos amigos, correligionários e eleitores.
A Jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral é mansa e pacífica.

Vejam abaixo:

RECURSO ESPECIAL ELEITORAL. RECEBIMENTO.
RECURSO ORDINÁRIO. ELEIÇÕES 2010. INAUGURAÇÃO
DE OBRA PÚBLICA. ART. 77 DA LEI 9.504197. VIOLAÇÃO.
INEXISTÊNCIA. DISSÍDIO JURISPRUDENCIAL. SIMILITUDE
FÁTICA. DEMONSTRAÇÃO. INEXISTÊNCIA. NÃO
PROVIMENTO.
1. Cabe recurso ordinário contra decisão que versa sobre
expedição de diploma em eleições federais e estaduais
(art. 276, II, a, do Código Eleitoral). Na espécie, é admissível o
recebimento do recurso especial como recurso ordinário por
aplicação do princípio da fungibilidade.
2. A disciplina das condutas vedadas aos agentes públicos
em campanha eleitoral visa coibir a utilização da máquina
administrativa em benefício de determinada candidatura, o que
não se verifica na espécie. Na espécie, o candidato
compareceu à inauguração de obra promovida pelo seu
adversário político, mas não auferiu vantagem político-eleitoral
com o evento. Não incide, por isso, a sanção prevista no
art. 77, parágrafo único, da Lei 9.504197.
3. Recurso ordinário não provido.

Para nós a eleição não se ganha no “tapetão”, mas no debate das propostas. Estamos apresentando as nossas e os adversários que apresentem às deles.
Deixem o eleitor decidir. Ele é o Juiz único e soberano.

Para bom entendedor, uma página inteira é mais do que suficiente... 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

poeminha

como filho, um fracasso...
só nasceu porque a pílula era de farinha
como estudante, um fracasso...
reprovou 3 vezes antes de sair do ensino médio
como namorado traiu umas trocentas vezes
como "crente" uma fraude
como político, morto...
jornalista medíocre
um erro de profissão.

por Danilo Santos.