O candidato a prefeito de Manaus, Artur Virgílio Neto, disse hoje, em entrevista à rádio CBN que o ex-presidente Lula, em seu ataque na noite de quarta-feira (19) durante o comício de Vanessa Grazziotin, se esqueceu de falar sobre a ameaça de “plantar” cocaína no carro de sua filha, feita durante o episódio das descobertas de grampos telefônicos, provocando a reação do então senador, que ameaçou dar uma surra em Lula.“Isso pra mim é passado. Ele, infelizmente, parece guardar rancor. Isso faz mal à saúde”.Artur também disse que Lula mora em uma cidade diferente de Manaus, que não tem problema de saneamento básico, nem de trânsito, nem de falta de água. “Quem decide quem vai ser o prefeito de Manaus é o povo, que é soberano”, afirmou.Artur também disse que Lula, em seu discurso, minimizou a importância da candidata que ele apoia. “Ele disse que, fosse quem fosse o candidato que estivesse disputando as eleições contra mim, ele viria apoiar. Então, deixou claro a minha importância. Ele veio aqui para me derrotar. E não ajudar a pessoa que ele disse que tinha que ir pro Senado e que agora ele diz que tem que ir pra Prefeitura. Não sei se daqui a dois anos não vão dar outra missão pra ela.”, alfinetou.O candidato reafirmou que não guarda mágoa de Lula, o que eu tenho que dizer é: “presidente Lula eu não tenho raiva do senhor. Eu fui o único político do Amazonas que esteve do seu lado quando o senhor estava sendo julgado por um tribunal militar. E digo mais, o senhor será sempre recebido com muito carinho em Manaus e, se eleito prefeito, faço questão de recebê-lo, como meu convidado para assistir aos jogos da copa na tribuna de honra”.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Uma resposta para Lula
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Notas rápidas sobre o debate da TV Diário / Record News
Bem... tenho que ser sincero aqui e admitir que não vi o primeiro bloco, mas que gostei do resto do debate, este talvez foi o debate mais completo até aqui.
Dessa vez não pretendo postar um comentário extenso, apenas algumas notas curtas.
- O debate teve menos confrontos diretos do que os anteriores, o que facilitou a exposição das propostas
- Um ponto crucial do debate foi a fala de Arthur sendo ridiculamente cortada quando ele tentou expôr a explicação do caso do "ovo" que virou cuspe, mesmo o candidato ainda tendo 1 minuto para responder, sua fala foi cortada e o tempo não foi devolvido.
- O fato da exposição de propostas ser favorecida mostrou que os candidatos não estavam suficientemente preparados, com uma pequena vantagem para Vanessa, que pela primeira vez foi realmente bem em um debate, apesar de ainda se complicar com críticas.
- Vanessa Grazziotin foi bem, ao lado de Arthur. O discurso de Vanessa amadurece a cada debate, e a medida que o tempo passa ela propaga mais firmeza em suas palavras, e cada vez menos cita Omar, Eduardo, Dilma e Lula.
- Arthur Neto, não sei se na minha impressão apenas, me pareceu cansado, com um discurso lento, se confundiu e até mesmo esqueceu suas próprias propostas várias vezes. Arthur no geral foi bem, expôs bem suas propostas, mas não sei se pelo cansaço ou característica própria do candidato ele perdeu muito tempo na exposição das respostas, falando muito lentamente.
- Serafim Correa foi cirúrgico, direto, coeso, mais um bom debate, só que dessa vez, ao contrário dos outros debates, ele foi alvo de várias críticas, nem sempre bem em todas, porém mais uma vez foi o melhor, voltou várias vezes ao assunto "um computador por aluno", e por causa disso perdeu algumas oportunidades de expor mais propostas. A conclusão de Serafim me fez decidir em quem vou votar.
- Pauderney Avelino esteve apagado, pouco falou, pouco propôs, pouco apareceu.
- Henrique Oliveira foi melhor que no último debate, mas continuou ruim, ao falar do vice de Vanessa Grazziotin confundiu a secretaria do qual ele era titular, o assunto era habitação e ele disse que Vital Melo era secretário de habitação, prontamente foi corrigido por Serafim, que disse que Vital era secretário do trabalho.
- Sabino fez mais um debate no mesmo nível dos outros - péssimo.
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O último mensaleiro: Lula, Marcos Valério e as fitas
Do Blog do Noblat
Dá-se a prudência como característica marcante dos mineiros.Teria a ver, segundo os estudiosos, com a paisagem das cidadezinhas de horizonte limitado, os depósitos de ouro e de pedras preciosas explorados no passado até se esgotarem, e a cultura do segredo e da desconfiança daí decorrente.Não foi a imprudência que afundou a vida de Marcos Valério. Foi Roberto Jefferson mesmo ao detonar o mensalão.Uma vez convencido de que o futuro escapara definivamente ao seu controle, Valério cuidou de evitar que ele se tornasse trágico.Pensou no risco de ser morto. Não foi morto outro arrecadador de recursos para o PT, o ex-prefeito Celso Daniel, de Santo André?Pensou na situação de desamparo em que ficariam a mulher e dois filhos caso fosse obrigado a passar uma larga temporada na cadeia. E aí teve uma ideia.Ainda no segundo semestre de 2005, quando Lula até então insistia com a lorota de que mensalão era Caixa 2, Valério contratou um experiente profissional de televisão para gravar um vídeo.Poderia, ele mesmo, ter produzido um vídeo caseiro. De princípio, o que importava era o conteúdo. Mas não quis nada amador.Os publicitários de primeira linha detestam improvisar. Valério pagou caro pelo vídeo do qual fez quatro cópias, e apenas quatro.Guardou três em cofres de bancos. A quarta mandou para uma das estrelas do esquema do mensalão, réu do processo agora julgado pelo Supremo Tribunal Federal.Renilda, a mulher dele, sabe o que fazer com as três cópias. Se Valério for encontrado morto em circunstâncias suspeitas ou se ele desaparecer sem dar notícias durante 24 horas, Renilda sacará dos bancos as três cópias do vídeo e as remeterá aos jornais O Estado de São Paulo, Folha de S. Paulo e O Globo.(Sorry, VEJA!)O que Valério conta no vídeo seria capaz de derrubar o governo Lula se ele ainda existisse, atesta um amigo íntimo do dono da quarta cópia.Na ausência de governo a ser deposto, o vídeo destruiria reputações aclamadas e jogaria uma tonelada de lama na imagem da Era Lula. Lama que petrifica rapidinho.A fina astúcia de Valério está no fato de ele ter encaminhado uma cópia do vídeo para quem mais se interessaria por seu conteúdo. Assim ficou provado que não blefava.Daí para frente, sempre que precisou de ajuda ou consolo, foi socorrido por um emissário do PT. Na edição mais recente da VEJA, Valério identifica o emissário: Paulo Okamotto.Uma espécie de tesoureiro informal da família Lula da Silva, Okamotto é ligado ao ex-presidente há mais de 30 anos.No fim de 2005, um senador do PT foi recebido por Lula em seu gabinete no Palácio do Planalto. Estivera com Valério antes. E Valério, endividado, queria dinheiro. Ameaçava espalhar o que sabia.Lula observou em silêncio a paisagem recortada por uma das paredes envidraçadas do seu gabinete. Depois perguntou: "Você falou sobre isso com Okamotto?"O senador respondeu que não. E Lula mais não disse e nem lhe foi perguntado. Acionado, Okamotto cumpriu com o seu dever. Pulou-se outra fogueira. Foram muitas as fogueiras.Uma delas foi particularmente dramática.Preso duas vezes, Valério sofreu certo tipo de violência física que o fez confidenciar a amigos que nunca, nunca mais voltará à prisão. Prefere a morte.Valério acreditou que o prestígio de Lula seria suficiente para postergar ao máximo o julgamento do processo do mensalão, garantindo com isso a prescrição de alguns crimes denunciados pela Procuradoria Geral da República.Uma eventual condenação dele seria mais do que plausível. Mas cadeia? E por muito tempo?Impensável!Pois bem: o impensável está se materializando. E Valério está no limiar do desespero.
Lula pode tirar Vanessa do Segundo turno
Do Blog da Floresta:
Manaus entra na rota da Acão Penal 470, popularmente conhecido por Mensalão com a chegada nesta quarta-feira, a Manaus, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apontado pelo publicitário Marcos Valério e Revista Veja como o chefe do esquema que desviou milhões dos cofres públicos para a compra de apoio de deputados federais. A intenção de Lula é pedir voto a candidata a Prefeitura pelo PCdoB, senadora Vanessa Grazziotin, pode se transformar em mais uma estratégia de desespero, pois jornalistas e assessores estão atentos para saber quem pagará a viagem, já que o presidente não tem direito a avião em viagens particulares, principalmente em serviços eleitoreiros. O Mensalão se tornou explosivo depois que a Veja da semana publicou declaração de Marcos Valério, dizendo que:“O PT me fez de escudo, me usou como um boy de luxo. Mas agora vai todo mundo paro o ralo”. O Noblat, em seu blog, destacou também que “Valério acreditou que o prestígio de Lula seria suficiente para postergar ao máximo o julgamento do processo do mensalão”, garantindo com isso, segundo o blogueiro, a prescrição de alguns crimes denunciados pela Procuradoria Geral da República, o que não se consumou, embora Lula tenha “forçado a barra”, não obtendo sucesso em sua jogada.A imprensa nacional procura ouvir Lula para esclarecer os fatos, não obtendo êxito até agora. Em Manaus, Lula vai participar nesta quarta, 19, de um comício da candidata Vanessa Grazziotin e tentar minar a liderança de Artur Neto. A liderança de Artur está gerando descontentamento nas fileiras petistas
Lula está vivendo o que talvez seja o pior momento de um ex-presidente desde Collor, envolvido até o último fio de cabelo com o mensalão, Lula traz para Manaus toda a carga negativa do pior lado do PT, e para mim e muitas pessoas é a última pá de terra para aferir à candidatura de Vanessa Grazziotin o nome de candidatura apoiada por Amazonino e de mensaleiros.
A vinda de Lula para Manaus pode, e deveria ter, resultado negativo, afinal, o apoio de um mensaleiro nunca deveria ser bem-vindo em uma país honesto e de eleitores esclarecidos, infelizmente existe a probabilidade de aumentar os votos da candidata, a menos que Lula seja incluído entre os réus do mensalão.
domingo, 16 de setembro de 2012
Mentira tem rabo longo...
Da revista VEJA
Dos 37 réus do mensalão, o empresário Marcos Valério é o único que não tem um átimo de dúvida sobre o seu futuro. Na semana passada, o publicitário foi condenado por lavagem de dinheiro, crime que acarreta pena mínima de três anos de prisão. Computadas punições pelos crimes de corrupção ativa e peculato, já decididas, mais evasão de divisas e formação de quadrilha, ainda por julgar a sentença de Marcos Valério pode passar de 100 anos de reclusão. Com todas as atenuantes da lei penal brasileira, não é totalmente improvável que ele termine seus dias na cadeia.
Apontado como responsável pela engenharia financeira que possibilitou ao PT montar o maior esquema de corrupção da história, Valério enfrenta um dilema. Nos últimos dias, ele confidenciou a pessoas próximas detalhes do pacto que havia firmado com o partido. Para proteger os figurões, conta que assumiu a responsabilidade por crimes que não praticou sozinho e manteve em segredo histórias comprometedoras que testemunhou quando era o "predileto" do poder. Em troca do silêncio, recebeu garantias. Primeiro, de impunidade. Depois, quando o esquema teve suas entranhas expostas pela Procuradoria-Geral da República, de penas mais brandas. Valério guarda segredos tão estarrecedores sobre o mensalão que ele não consegue mais guardar só para si - mesmo que agora, desiludido com a falsa promessa de ajuda dos poderosos a quem ajudou, tenha um crescente temor de que eles possam se vingar dele de forma ainda mais cruel.
Dos 37 réus do mensalão, o empresário Marcos Valério é o único que não tem um átimo de dúvida sobre o seu futuro. Na semana passada, o publicitário foi condenado por lavagem de dinheiro, crime que acarreta pena mínima de três anos de prisão. Computadas punições pelos crimes de corrupção ativa e peculato, já decididas, mais evasão de divisas e formação de quadrilha, ainda por julgar a sentença de Marcos Valério pode passar de 100 anos de reclusão. Com todas as atenuantes da lei penal brasileira, não é totalmente improvável que ele termine seus dias na cadeia.
Apontado como responsável pela engenharia financeira que possibilitou ao PT montar o maior esquema de corrupção da história, Valério enfrenta um dilema. Nos últimos dias, ele confidenciou a pessoas próximas detalhes do pacto que havia firmado com o partido. Para proteger os figurões, conta que assumiu a responsabilidade por crimes que não praticou sozinho e manteve em segredo histórias comprometedoras que testemunhou quando era o "predileto" do poder. Em troca do silêncio, recebeu garantias. Primeiro, de impunidade. Depois, quando o esquema teve suas entranhas expostas pela Procuradoria-Geral da República, de penas mais brandas. Valério guarda segredos tão estarrecedores sobre o mensalão que ele não consegue mais guardar só para si - mesmo que agora, desiludido com a falsa promessa de ajuda dos poderosos a quem ajudou, tenha um crescente temor de que eles possam se vingar dele de forma ainda mais cruel.
Feita com base em revelações de parentes, amigos e associados, a reportagem de capa de VEJA desta semana reabre de forma incontornável a questão da participação do ex-presidente Lula no mensalão. "Lula era o chefe", vem repetindo Valério com mais frequência e amargura agora que já foi condenado pelo STF. A reportagem tem cinco capítulos - e o primeiro deles pode ser lido abaixo:
"O caixa do PT foi de 350 milhões de reais"
Leandro Martins/Futura Pres
A acusação do Ministério Público Federal sustenta que o mensalão foi abastecido com 55 milhões de reais tomados por empréstimo por Marcos Valério junto aos bancos Rural e BMG, que se somaram a 74 milhões desviados da Visanet, fundo abastecido com dinheiro público e controlado pelo Banco do Brasil. Segundo Marcos Valério, esse valor é subestimado. Ele conta que o caixa real do mensalão era o triplo do descoberto pela polícia e denunciado pelo MP. Valério diz que pelas arcas do esquema passaram pelo menos 350 milhões de reais. "Da SMP&B vão achar só os 55 milhões, mas o caixa era muito maior. O caixa do PT foi de 350 milhões de reais, com dinheiro de outras empresas que nada tinham a ver com a SMP&B nem com a DNA", afirma o empresário. Esse caixa paralelo, conta ele, era abastecido com dinheiro oriundo de operações tão heterodoxas quanto os empréstimos fictícios tomados por suas empresas para pagar políticos aliados do PT. Havia doações diretas diante da perspectiva de obter facilidades no governo. "Muitas empresas davam via empréstimos, outras não." O fiador dessas operações, garante Valério, era o próprio presidente da República.
Lula teria se empenhado pessoalmente na coleta de dinheiro para a engrenagem clandestina, cujos contribuintes tinham algum interesse no governo federal. Tudo corria por fora, sem registros formais, sem deixar nenhum rastro. Muitos empresários, relata Marcos Valério, se reuniam com o presidente, combinavam a contribuição e em seguida despejavam dinheiro no cofre secreto petista. O controle dessa contabilidade cabia ao então tesoureiro do partido, Delúbio Soares, que é réu no processo do mensalão e começa a ser julgado nos próximos dias pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa. O papel de Delúbio era, além de ajudar na administração da captação, definir o nome dos políticos que deveriam receber os pagamentos determinados pela cúpula do PT, com o aval do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado no processo como o chefe da quadrilha do mensalão: "Dirceu era o braço direito do Lula, um braço que comandava". Valério diz que, graças a sua proximidade com a cúpula petista no auge do esquema, em 2003 e 2004, teve acesso à contabilidade real. Ele conta que a entrada e a saída de recursos foram registradas minuciosamente em um livro guardado a sete chaves por Delúbio. Pelo seu relato, o restante do dinheiro desse fundão teve destino semelhante ao dos 55 milhões de reais obtidos por meio dos empréstimos fraudulentos tomados pela DNA e pela SMP&B. Foram usados para remunerar correligionários e aliados. Os valores calculados por Valério delineiam um caixa clandestino sem paralelo na política. Ele fala em valores dez vezes maiores que a arrecadação declarada da campanha de Lula nas eleições presidenciais de 2002.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
A guerra do ovo: Veja o momento exato da suposta agressão
Sem ovo:
Abracadabra!
Tcharam!!!
Dando um Close
Desafio do cuspe
Nas fotos divulgadas pela assessoria jurídica de Vanessa, é visível que realmente o rosto da candidata foi atingido por uma substância viscosa, possivelmente um cuspe, mas também é visível que no momento da agressão há pouquíssimas pessoas em condições de atingir a candidata, afinal, ela está cercada de dezenas de pessoas que a apoiam, e a única pessoa que está suficientemente próxima para acertar um "cuspe" na candidata é a moça que aparece com um boné e óculos, abraçando a candidata.
A não ser que o agressor tenha um precisão e um fôlego incríveis, e que seja um especialista em "cusparadas" dificilmente ele conseguiria atingir, com um carro em movimento, e em volta de dezenas de militantes, um cuspe com tão longa distância e precisão, e principalmente, em tão grande quantidade como o líquido que aparece no rosto da candidata.
Proponho um desafio: Tente você, no quintal da sua casa, dar uma "cusparada" o mais longe possível, e me diga se essa agressão foi ou não possível.
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Vanessa
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Pesquisa interna do Governo do Estado revela Vanessa fora do segundo turno
Enquanto Dilma grava programa criticando ovada, PSDB pode tirar mandato de Vanessa por quebra de decoro.
Duas notas seguidas do Blog da Floresta
A presidente Dilma Rousseff gravou participação no programa eleitoral da candidata da coligação Melhor pra Manaus (PCdoB, PMDB, PP, PSD, PSL, PT, PTN e PV), Vanessa, e classificou como horror as agressões sofridas pela candidata antes do debate da TV Em Tempo. No próximo dia 19, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobe ao palanque de Vanessa numa grande comício em Manaus.São as boas notícias para a campanha da candidata dada em coletiva à imprensa pelos presidentes nacionais do PCdoB, Renato Rabelo, e do PT, Rui Falcão, que ainda participaram de uma caminhada pelo Centro da cidade com Vanessa.
PSDB estuda entrar com denúncia de Quebra de decoro
Uma farsa infantil e facilmente identificada. Tudo começou dentro do veículo que transportava a candidata a prefeita de Manaus, Vanessa Grazziotin (PCdoB), ao debate promovido na noite da última terça-feira, 11, pela TV Em Tempo. Ao descer do carro, Vanessa levava nas mãos uma caixa de halls. Ao se virar para a militância do candidato líder das pesquisas, Artur Neto (PSDB), Vanessa já apresentava um ovo de brinquedo na testa. Vendido em loja de acessórios para aniversário de crianças, o "ovo" não continha elementos básicos em sua constituição, como a clara que, na realidade, era uma porção de gel. A candidata, então fez uma cara de choro. A confusão estava formada, acirrando os ânimos. Sem apresentar qualquer resíduo da gema ou clara em sua roupa, Vanessa usou uma metodologia que pode ser chamado como a maior tentativa de chantagem eleitoral. Em virtude da situação, um jovem foi preso e levado a prestar depoimento. Um especialista em comunicação visual desmontou toda a farsa depois de periciar todas as fotos da trajetória de Vanessa. A atitude da candidata a Prefeitura, pode lhe custar o mandato de senadora por quebra de decoro parlamentar.
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A culpa é dos banhistas
De Manoel Ribeiro:
"As pessoas devem cuidar da própria vida. O que não pode é encher cara e tomar banho na praia. Não pode encher a cara de cachaça ou de droga e tomar banho na Ponta Negra de noite, porque ele perde o equilíbrio e a noção da profundidade da praia e acaba ocorrendo o que está ocorrendo".
A declaração foi dada agora a pouco para o Jornal do Amazonas, da TV Amazonas.
Vale lembrar que nem todos os 9 mortos até agora na praia da Ponta Negra estavam bêbados, e a Ponta Negra se tornou uma armadilha de 29 milhões... Ao aterrar a Ponta Negra na cheia, a prefeitura assumiu o risco das mortes, e deve sim indenizar as vítimas de afogamentos, e não empurrar a culpa para o povo como se todos os que morreram fossem bêbados e irresponsáveis. Vergonha...
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